O Natal não é a festa de aniversário de Jesus

Alguns pensam que celebrar o Natal é comemorar o aniversário de Jesus, e chegam até a cantar “parabéns pra você”. Mas esse nunca foi o sentir da Igreja a respeito deste tempo litúrgico.   Alguns pensam que celebrar o Natal é comemorar o aniversário de Jesus; alguns chegam até a cantar “parabéns pra você”! Coisa totalmente fora de propósito, contrária ao sentimento da Igreja e fora do sentido da celebração dos cristãos. Então, se não celebramos o aniversário de Jesus, o que fazemos no Natal? Antes de tudo é necessário entender o que é a Liturgia, a Celebração da Igreja. Vejamos. O nosso Deus, quando quis nos salvar, agiu na nossa história. Primeiramente agiu na história de toda a humanidade, guiando de modo secreto e sábio todos os seres [...]

2017-12-18T14:38:07+00:00 0 Comments

Nossa Senhora da Expectação: a doce espera pelo Nascimento de Jesus!

Também invocada como "Nossa Senhora do Ó", em referência à exclamação de expectativa do nosso coração que aguarda a vinda do Salvador   Nossa Senhora da Expectação é a devoção mariana pela qual recordamos a Santíssima Virgem Maria que traz em seu seio o Menino Jesus, em grande expectativa e esperança pelo Seu Nascimento. Essa comovente e belíssima imagem de nossa Mãe ganhou ainda outra invocação popular repleta de significado: a de “Nossa Senhora do Ó“, celebrada pela Igreja em 18 de dezembro, já às portas do Santo Natal. A respeito dessa devoção tão inspiradora, compartilhamos o texto seguinte: * * * Certos nomes ou invocações de Nossa Senhora, pelo fato de os termos ouvido sempre, desde a infância, não nos chamam a atenção. Mas, para quem nunca os ouviu, parecem um tanto estranhos. Fato muitas vezes embaraçoso para [...]

2017-12-18T13:59:48+00:00 0 Comments

A Solenidade de Cristo Rei

A festa de Cristo Rei foi instituída no mês de dezembro de 1925, pelo Papa Pio XI (1922-1939), através da Encíclica Quas Primas. Estabeleceu-se que seria celebrada no domingo anterior à Solenidade de Todos os Santos; e assim foi até 1970, quando Paulo VI, pretendendo destacar ainda mais o caráter cósmico e escatológico do reinado de Cristo, denominou-a Festa de “Cristo Rei do Universo”, que é como se denomina hoje, fixando a sua celebração no último domingo do Ano Litúrgico.  Colocada, assim, como encerramento do Ano Litúrgico, a Solenidade de Cristo Rei aparece como síntese dos mistérios de Cristo comemorados no curso do ano, como o vértice em que resplandece com mais intensa luz a figura do Senhor e Salvador de todas as coisas. Dessa maneira, já se vai direcionando a meditação [...]

2017-11-26T17:29:52+00:00 0 Comments

7 espécies de falsos devotos e falsas devoções a Maria

E antes de apontar o dedo para os outros, examinemos a nossa própria postura O texto que propomos a seguir é de São Luiz Maria Grignon de Montfort, em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. * * * Conheço sete espécies de falsos devotos e falsas devoções, a saber: 1. Os devotos críticos; 2. Os devotos escrupulosos; 3. Os devotos exteriores; 4. Os devotos presunçosos; 5. Os devotos inconstantes; 6. Os devotos hipócritas; 7. Os devotos interesseiros. Os devotos críticos Os devotos críticos são, ordinariamente, sábios orgulhosos, espíritos fortes e que se bastam a si mesmos. No fundo têm alguma devoção à Santíssima Virgem Maria, mas criticam quase todas as práticas de devoção que as almas simples tributam singela e santamente a esta boa Mãe, porque [...]

2017-11-09T15:16:11+00:00 0 Comments

Com que direito Lutero pretendia “reformar” a Igreja?

Lutero negou a autoridade, negou a Tradição, negou o Magistério, negou a Igreja orgânica, visível e hierárquica. Mas com que direito? Quais as credenciais desta sua embaixada extraordinária?   Lutero começou por negar. Negou a autoridade, negou a tradição, negou o magistério eclesiástico, negou a Igreja orgânica, visível, hierárquica. Com que direito? Com que títulos? Não existia havia 15 séculos o cristianismo? Não ascendiam os seus pastores, os seus bispos, os seus papas, por uma sucessão ininterrupta até aos apóstolos, até ao próprio Cristo? — Mas a Igreja Católica havia perdido o espírito primitivo, havia adulterado os ensinamentos do Evangelho, havia-o sobrecarregado com uma farragem de superstições humanas, havia-o prostituído com a idolatria de Babilônia. — E como o sabe ele? Como o prova? Não havia Cristo prometido a sua assistência [...]

2017-11-04T16:39:24+00:00 0 Comments

Pai-Nosso, a mais perfeita das orações

Ainda que percorramos todas as Escrituras, não encontraremos, nem mesmo entre os Salmos, uma oração mais bela e perfeita do que o Pai-Nosso. Na Oração do Senhor está contida toda a ciência da vida espiritual.     Durante seu último período de ensino em Nápoles, entre os anos de 1272 e 1273, Santo Tomás de Aquino dividiu-se entre a cátedra e o púlpito. É a essa época que pertence uma série de homilias quaresmais pregadas pelo Angélico em dialeto napolitano e posteriormente transcritas em latim por algum confrade seu. Entre as que sobreviveram ao tempo, encontra-se uma densa, mas sucinta exposição sobre o Pai-Nosso (Collationes in Orationem Dominicam), cujo prólogo apresentamos abaixo em nova tradução ao português. Trata-se de um "escrito" que, com a liberdade típica de um [...]

2017-10-07T17:35:30+00:00 0 Comments

Um puxão de orelhas nos católicos sonolentos

“Onde falta vontade enérgica, não há homem perfeito”. Escutem os católicos sonolentos que esperam sentados a vinda da Terra Prometida.   Pelágio foi um monge católico, oriundo da Bretanha e contemporâneo de Santo Agostinho, que defendia a autossuficiência da natureza humana em relação à luta contra o pecado. Segundo ele, o homem não precisaria do auxílio da graça para ser santo, mas apenas de uma força de vontade e fidelidade ao exemplo de Cristo na Cruz. Isso, por si só, bastaria para que qualquer cristão alcançasse as mais altas moradas do Castelo Interior. Apesar de condenada pelo XV Sínodo de Cartago, em 418, essa heresia, chamada posteriormente de pelagianismo, suscitou ainda outros defensores nos anos seguintes. Um deles, João Cassiano, desenvolveu uma espécie de "semipelagianismo", defendendo a primazia da ação [...]

2017-08-15T13:56:26+00:00 0 Comments

5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

Sim, eles foram santos e criaram santos, mas as suas técnicas eram incrivelmente simples, práticas e imitáveis   Seus filhos são difíceis de disciplinar? Eles copiam todos os seus maus hábitos? Você se preocupa com as suas birras e caprichos? Bom, você não está só. São Louis e Santa Zelie Martin, pais de Santa Terezinha de Lisieux, enfrentaram essas mesmas lutas e precisaram discernir o que fazer. Sim, é verdade, eles eram pais santos de filhos santos, mas exercer a paternidade e a maternidade também foi desafiador para eles, que nem sempre sabiam as respostas mais claras. O que eles fizeram foi perseverar e lutar para atender às necessidades dos filhos num ambiente familiar de grande amor. Aqui vão cinco dicas úteis inspiradas nesses pais santos: 1 – Reconheça desde [...]

2017-08-07T13:32:29+00:00 0 Comments

Como descobrir a vocação?

Hoje em dia pensar em vocação é um tema adormecido ou esquecido para muitas pessoas. Isso ocorre porque há na cultura moderna, uma tendência maior de olhar mais para fora de si do que para dentro de si e a vocação é algo escondido no profundo do nosso ser, diz respeito a nossa própria existência.   Podemos dizer que a vocação está em cada um como um mistério a ser decifrado. Cada pessoa precisa no decorrer da sua vida trilhar o caminho que a ajude a decifrar o mistério contido em si mesma e aí descobrir a sua vocação, o seu chamado essencial de ser e agir, que é único e irrepetível. “O homem é ontologicamente mistério… a vocação é um modo de aceitar essa realidade tentando corresponder a ela, como pode [...]

2017-08-06T09:43:59+00:00 0 Comments

Afonso de Ligório, um santo “todo de Maria”

Certo dia, entusiasmado com um livro que lhe liam, Santo Afonso perguntou quem tinha escrito tais maravilhas, tão cheias de piedade e amor a Nossa Senhora. Como resposta, quem o acompanhava leu o título: “As Glórias de Maria, por Afonso Maria de Ligório”.   Santo Afonso de Ligório compreendeu que o caminho que leva à perda da fé começa muitas vezes pela tibieza e frialdade na devoção à Virgem. E, em sentido contrário, o retorno a Jesus começa por um grande amor a Maria. Por isso, difundiu por toda parte a devoção mariana e preparou para os fiéis, e em especial para os sacerdotes, um arsenal de "materiais para a pregação e propagação da devoção a essa Mãe divina". A Igreja sempre entendeu que "um ponto totalmente particular na [...]

2017-08-04T13:26:54+00:00 0 Comments